Uma colmeia de abelhas Arapuás precisou ser retirada de uma árvore na Rua Professor Lincoln Continentino, no Cidade Nova, na Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (17). A remoção ocorreu depois que as abelhas atacaram uma mulher e a filha.
Durante a ocorrência, os insetos também se espalharam pela via. Moradores e pessoas que passavam perto da árvore precisaram redobrar a atenção com o enxame.
O Corpo de Bombeiros recebeu o chamado e foi até o endereço para avaliar a situação. Embora as Arapuás, também conhecidas como Irapuá, enrola-cabelo ou torce-cabelo, não tenham ferrão, elas podem ficar agressivas quando alguém se aproxima do ninho.
Essa forma de defender o ninho deu fama de “invocadas ” a espécie de coloração negra reluzente e pernas levemente alaranjadas.
Vistoria e manejo
Ainda no fim da manhã, os bombeiros chegaram ao local e vistoriaram a colmeia. Primeiro, os militares identificaram a espécie. Em seguida, adotaram os procedimentos necessários para fazer o manejo.
Os trabalhos terminaram no fim da tarde.
Defesa
Quando precisam proteger o ninho, as Arapuás usam diferentes estratégias. Além de se enrolarem no cabelo das pessoas ou nos pelos de animais, soltando uma resina, elas também mordiscam a pele com as mandíbulas.
Esses pequenos “beliscões” não provocam a mesma dor de uma ferroada, já que não tem veneno. No entanto, podem causar irritação e coceira.
Além disso, as abelhas podem tentar entrar pela boca, nariz e ouvidos de pessoas e animais.
Enxame
Caso uma pessoa entre no caminho de um enxame de Arapuás, deve manter a calma. Além disso, precisa evitar movimentos bruscos, porque eles podem deixar as abelhas ainda mais agitadas.
Por isso, a orientação é proteger principalmente o rosto e se afastar do local com cuidado.
Se a presença da colmeia representar risco, acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. Assim, os militares poderão avaliar a situação e definir a forma adequada de fazer o manejo.
O Sagrada O Sagrada – Jornal do Bairro Sagrada Família e Região – Belo Horizonte
